últimos posts
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Boletim Ikusa-yuu – informe
Vim avisar que a publicação do Boletim Ikusa-yuu está suspensa: Explicações, pedido de desculpas, o que eu fiz esse ano e qual foi a inspiração para o Boletim?
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Uma caverna nunca é só uma caverna
Expectativa: passeio num lugar bonito. Realidade: sítio de guerra. Eu me achando inteligente experiente palestrante, isso me acontece em janeiro de 2025.
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Bolsas de estudo em Okinawa
Ser “ex-bolsista de Okinawa” é um dos meus traços de personalidade (risos). Hoje vou apresentar as três bolsas de estudo das quais eu já participei, com a forte recomendação de que vocês busquem alguma também.
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Okinawa nas Olimpíadas de Paris 2024
Nesta semana começaram as Olimpíadas Paris 2024! Conheça os 8 atletas que tem alguma relação com Okinawa: 6 atletas das Olimpíadas e 2 das Paralimpíadas, sendo 4 homens e 4 mulheres. Chibariyō galera!!
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Voltamos!
Haitai! Depois de muito tempo, estamos de volta! Veja aqui as novidades!
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Prêmio Okinawa da Paz e refugiados no Japão
No dia 31 de outubro de 2016, apenas um dia após o encerramento do Sekai Uchinanchu Taikai, Okinawa mostrou que o esforço em direção ao intercâmbio internacional não se restringe a estreitar laços somente com seus descendentes. Nesse dia, o governo da província de Okinawa outorgou o Prêmio Okinawa da Paz à Japan Association for Refugees (JAR), uma organização sem fins lucrativos que oferece suporte aos refugiados no Japão.
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“Mulheres de conforto” – Morre aos 96 anos a vítima e ativista Jan Ruff O’Herne
Jan Ruff O’Herne faleceu aos 96 anos, em Adelaide (Australia). De família de origem holandesa, ela vivia na Indonésia quando a região foi ocupada pelo Japão e ela foi levada para um bordel como escrava sexual.
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A queda de um avião na Escola Miyamori
O dia 30 de junho de 1959 era para ser um dia comum na Escola de Miyamori. Tudo mudou com a queda de uma aeronave no bairro, deixando 17 mortos e mais de 200 feridos, a maioria crianças.
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A Imigração Okinawana nas palavras das mulheres
Nos livros e relatos, a história oficial é masculina – os rostos, as lideranças e as conquistas. Porém, as mulheres também estavam lá. Conheça a história da imigração através dos olhos delas, as pioneiras da Imigração Okinawana no Brasil.
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Kumiodori: Shushin Kaneiri
Kumiodori é uma arte típica do Reino de Ryukyu, designada como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. A clássica obra-prima “Shushin Kaneiri” conta a história de um nobre e uma paixão obsessiva não correspondida.
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Versos bonitos para os infelizes
Este post é somente para quem sente que a vitória do Bolsonaro representa um retrocesso. **ATENÇÃO: Contém ideologia e versos bonitos pra te confortar**
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Kasato Maru: o primeiro navio a trazer imigrantes japoneses
No dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru atracou no Porto de Santos. Desde então, a data ficou marcada na história como o dia em que se iniciou a imigração japonesa para o Brasil. O navio é um dos nomes mais lembrados e sua imponente figura é uma das fotos mais utilizadas. Mas, você conhece a sua história?
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28 de abril – o Dia da Humilhação em Okinawa
Em Okinawa, o dia 28 de abril é conhecido como “Kutsujoku no Hi” – “Dia da Humilhação” . E qual poderia ter sido o tão ingrato acontecimento que deu esse nome à essa data?
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O que é ser uma mulher uchinanchu?
Não queremos flores e afirmações de estereótipos, queremos reflexões no Dia Internacional da Mulher.
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Quero encontrar Maririn
Dois cães, duas ilhas separadas pelo mar cristalino e uma história de afeto e dedicação.
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O rock da banda Mongol 800
Okinawa é conhecida por sua rica cultura musical, não apenas por causa da música tradicional, mas também pela música contemporânea, como o rock. Conheça mais sobre a banda Mongol 800, um dos principais representantes do rock okinawano.
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O único imigrante da nossa família
Quando um imigrante parte para o outro mundo, o que ele nos deixa? Histórias e memórias, que nos marcaram e que nos acompanharão, fazendo-nos lembrar: de onde viemos?
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O breve amor de Otodaru e Matsugani
Em quanto tempo o amor acontece e desaparece? Ao contrário do que você pensa, ele ele pode começar muito rápido e durar até o além. Conheça a triste história de amor de Otodaru e Matsugani.
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Amerika-yū: vivendo a ocupação americana
Durante 27 anos (1945 a 1972), Okinawa conviveu de perto com os norte-americanos, política e culturalmente. Como era viver sob o domínio do exército dos EUA?
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Shiimii – um piquenique no cemitério
Como é passar um dia agradável, em família, comendo e brincando … em frente ao túmulo? Conheça o shiimii, uma tradição de Okinawa pouco conhecida no Brasil.
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50 tons de azul
Os vários tons de azul da praia de Nishihama, localizada na ilha de Hateruma (arquipélago de Yaeyama), que foi eleita a melhor do Japão pelo Tripadvisor, maior site mundial de viagens.
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O voto feminino e a mulher na política de Okinawa no pós-guerra
Você sabia que as mulheres de Okinawa ganharam direito ao voto antes das do Japão? Depois da guerra, elas puderam votar e ser eleitas, protagonizando a reconstrução da devastada Okinawa.
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Hamauri – o ritual de proteção das meninas
Você sabia que em Okinawa existe uma data voltada para a purificação e proteção das meninas? É o Hamauri, que tem origem numa lenda em que uma moça que engravida de uma serpente.
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Hajichi – a tatuagem da mulher okinawana
Por muito tempo, as mulheres de Okinawa tiveram o costume de fazer tatuagens em suas mãos, com significados diversos. A figura da obá de hajichi, que já foi comum um dia, hoje se resume a fotos e escassas informações.
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“Mulheres de conforto” em Okinawa
“Mulheres de conforto” é o eufemismo para se referir às mulheres que foram escravizadas sexualmente pelo exército japonês. Conheça um pouco da história das “mulheres de conforto” em Okinawa e as polêmicas que envolvem o tema.
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O sanshin e o filho do cão vermelho
O sanshin, com suas belas melodias, é um símbolo de Okinawa. Conheça a lenda sobre a criação do sanshin e o santuário dedicado ao instrumento!





