Categoria: História
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O Chá de Yamagusuku
Aqui no Brasil, provei um dos únicos chás nativos de Okinawa — o Yamagusuku-cha. Conheça um pouco da história do chá: criação, desaparecimento e a recente revitalização.
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Boletim Ikusa-yuu – informe
Vim avisar que a publicação do Boletim Ikusa-yuu está suspensa: Explicações, pedido de desculpas, o que eu fiz esse ano e qual foi a inspiração para o Boletim?
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Uma caverna nunca é só uma caverna
Expectativa: passeio num lugar bonito. Realidade: sítio de guerra. Eu me achando inteligente experiente palestrante, isso me acontece em janeiro de 2025.
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“Mulheres de conforto” – Morre aos 96 anos a vítima e ativista Jan Ruff O’Herne
Jan Ruff O’Herne faleceu aos 96 anos, em Adelaide (Australia). De família de origem holandesa, ela vivia na Indonésia quando a região foi ocupada pelo Japão e ela foi levada para um bordel como escrava sexual.
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A queda de um avião na Escola Miyamori
O dia 30 de junho de 1959 era para ser um dia comum na Escola de Miyamori. Tudo mudou com a queda de uma aeronave no bairro, deixando 17 mortos e mais de 200 feridos, a maioria crianças.
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A Imigração Okinawana nas palavras das mulheres
Nos livros e relatos, a história oficial é masculina – os rostos, as lideranças e as conquistas. Porém, as mulheres também estavam lá. Conheça a história da imigração através dos olhos delas, as pioneiras da Imigração Okinawana no Brasil.
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Kasato Maru: o primeiro navio a trazer imigrantes japoneses
No dia 18 de junho de 1908, o navio Kasato Maru atracou no Porto de Santos. Desde então, a data ficou marcada na história como o dia em que se iniciou a imigração japonesa para o Brasil. O navio é um dos nomes mais lembrados e sua imponente figura é uma das fotos mais utilizadas. Mas, você conhece a sua história?
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28 de abril – o Dia da Humilhação em Okinawa
Em Okinawa, o dia 28 de abril é conhecido como “Kutsujoku no Hi” – “Dia da Humilhação” . E qual poderia ter sido o tão ingrato acontecimento que deu esse nome à essa data?
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O único imigrante da nossa família
Quando um imigrante parte para o outro mundo, o que ele nos deixa? Histórias e memórias, que nos marcaram e que nos acompanharão, fazendo-nos lembrar: de onde viemos?
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Amerika-yū: vivendo a ocupação americana
Durante 27 anos (1945 a 1972), Okinawa conviveu de perto com os norte-americanos, política e culturalmente. Como era viver sob o domínio do exército dos EUA?
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O voto feminino e a mulher na política de Okinawa no pós-guerra
Você sabia que as mulheres de Okinawa ganharam direito ao voto antes das do Japão? Depois da guerra, elas puderam votar e ser eleitas, protagonizando a reconstrução da devastada Okinawa.
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Hajichi – a tatuagem da mulher okinawana
Por muito tempo, as mulheres de Okinawa tiveram o costume de fazer tatuagens em suas mãos, com significados diversos. A figura da obá de hajichi, que já foi comum um dia, hoje se resume a fotos e escassas informações.
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“Mulheres de conforto” em Okinawa
“Mulheres de conforto” é o eufemismo para se referir às mulheres que foram escravizadas sexualmente pelo exército japonês. Conheça um pouco da história das “mulheres de conforto” em Okinawa e as polêmicas que envolvem o tema.
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Gettō – a folha que dá cheiro e sabor ao mochi
Todo uchinaanchu já comeu um mochi enrolado numa folha cheirosa… Que folha é essa? E o que ela tem a ver com a Batalha de Okinawa?
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A Batalha de Okinawa ainda não acabou
Aproveitando o “Irei no Hi” (Dia em Memória aos Mortos na Batalha de Okinawa), escolhi esse texto de 2013 para mostrar que, depois de 71 anos, a Batalha de Okinawa é um tema mais atual do que parece.
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A invasão de Okinawa pelo exército norte-americano: monumentos
Em 1945, por onde o exército norte-americano invadiu Okinawa? Conheça dois monumentos localizados nos primeiros lugares onde os americanos botaram o pé e deram início à Batalha de Okinawa.
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A Revolta de Koza
Há exatos 45 anos atrás, no dia 20 de dezembro de 1970, a insatisfação contra a ocupação americana resultou no dia em que o okinawano deixou de ser um povo pacífico. Conheça a Revolta de Koza e a noite em que Okinawa pegou fogo, literalmente.
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Henoko e esse bicho dugongo
A construção da base militar americana em Henoko tem gerado grande polêmica na sociedade okinawana. Muitos cidadãos okinawanos se opõem à construção. Nos protestos, em meio aos gritos de “No Base!”, eis que surge um personagem que deve ser protegido: o dugongo.
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Dois monumentos pelas vítimas da guerra: Konpaku no Tō e Heiwa no Ishiji
Em Okinawa existem muitos monumentos em homenagem às vítimas da Batalha de Okinawa. Dois deles, de um jeito diferente, nos dão uma ideia da dimensão da barbárie: o Konpaku no Tō e o Heiwa no Ishiji.
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A queda do helicóptero na Okinawa International University
Entre 2013 e 2014 estudei na Okinawa International University – abreviada e conhecida como “Okikoku”. Também morei num prédio em frente à universidade, na cidade de Ginowan. Vivendo lá, conheci algo que logo virou parte da minha rotina: grandes e barulhentos helicópteros militares norte-americanos voando de manhã, tarde e noite.
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A grande transformação: 730 (nana-san-maru)
Se você já foi ao Japão deve ter imaginado como deve ser esquisito dirigir pela mão esquerda (em vez da direita, como fazemos no Brasil). Imagine o que aconteceria se da noite pro dia invertessem o sentido de todas as vias e você tivesse que se adaptar. Foi isso que aconteceu em Okinawa, no dia 30 de julho de 1978, data conhecida como “730” (nana-san-maru).
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Okinawa, Guerra e Rock’n’roll
Aproveitando que nesta semana, dia 13 de julho, foi comemorado o dia mundial do rock, falaremos um pouco sobre este estilo musical que também tem muita tradição em Okinawa.
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Lembrando os mortos da Guerra – Irei no Hi
Qual é o feriado que tem em Okinawa e não tem no Japão? É o dia de hoje – 23 de junho. Porém, não é um dia para ser comemorado, pois é o Irei no Hi – algo como “Dia em Memória aos Mortos na Batalha de Okinawa”. Foi há exatos 70 anos (em 1945), que a Batalha de Okinawa acabou oficialmente, com o suicídio do General Mitsuru Ushijima.
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O Pai da Imigração Okinawana
Atualmente, são cerca de 360,000 uchinanchus espalhados por diversos países. Se existem tantos uchinanchus espalhados pelo mundo, é porque décadas atrás, muitos okinawanos tiveram motivos para deixar sua terra e tentar a vida em território desconhecido.






